
O Tribunal do Crime Organizado, que julga, condena e executa criminosos que não respeitam as determinações do comando, fez mais uma vítima em Florianópolis na madrugada desta segunda-feira (4). Um homem de 22 anos, suspeito de envolvimento na morte de um motorista por aplicativo ocorrida há duas semanas, foi encontrado morto, num campo de futebol no início de uma região de mata, no Morro do Horácio, região comandada pelo PGC, o Primeiro Grupo Catarinense.
Receba notícias do Tudo Sobre Floripa pelo Whatsapp
O rapaz era natural da Bahia e possuía histórico de passagens policiais por tráfico de drogas. Segundo a Polícia, ele foi executado a tiros.
Em setembro, o motorista Luciano Lopes de Araújo desapareceu durante o trabalho, no Norte da Ilha Seu corpo foi encontrado no dia seguinte, numa área remota, próxima à estrada do Espanhol, na Pinheira, em Palhoça. Na mesma semana, um adolescente foi apreendido em Florianópolis quando dirigia o carro de Luciano que inclusive ja havia sido utilizado num assalto. Luciano, que também era da Bahia, era morador do bairro Itacorubi, na Capital e deixou esposa e uma filha adolescente.
No Crime Organizado, tanto o PGC catarinense quanto o rival PCC, que surgiu em São Paulo mas ja possui ramificações e, Santa Catarina, não permitem crimes como assaltos a motoristas de aplicativos. Em outubro do ano passado, um casal de adolescentes que assaltou e matou um motorista no bairro Rio Vermelho, no Note da Ilha. Dois dias após o crime, os dois foram executados por criminosos em Palhoça, a mando do PGC. A execução foi filmada com um celular e as imagens chegaram a circular nas redes sociais e em grupos de whatsapp.





















































