
Foi instituído em Florianópolis um protocolo da vigilância epidemiológica que determina que toda pessoa que fizer o primeiro exame de dengue fica condicionada a um segundo, conforme orientação da saúde pública, mesmo que o resultado seja negativo. Conforme o texto, quem não fizer estará sujeito a uma multa de R$ 250. A medida foi tomada para tentar conter o avanço dos casos da doença no município que alcança índices que levaram à decretação de emergência, desde o dia 16 de março.
Conforme a vigilância, a Capital tinha 1.314 casos positivos de dengue até a última sexta-feira (31). Ainda faziam parte do relatório o registro de 43 internações em razão da doença e uma morte. Diante da alta procura por atendimento nos postos algumas unidades, em áreas de maior incidência, ampliaram o horário de atendimento até às 22h.
A direção do setor de vigilância em saúde do município informou que até a tarde de segunda-feira (3), 62 pessoas que não retornaram para o segundo exame, após o primeiro atendimento já haviam sido notificadas. Segundo informado, antes da notificação, é enviado um auto de intimação com um prazo de 10 dias para a pessoa cumprir o que foi determinado pela vigilância epidemiológica. Não havendo retorno, é enviada a notificação e a cobrança ocorre se não houve defesa plausível.
De acordo com as autoridades de saúde do município, o objetivo da norma é ter um diagnóstico mais preciso e alertar a população sobre a gravidade da dengue. No caso do segundo teste, o objetivo é rastrear os casos e fazer uma varredura nos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. A não realização do segundo exame não é realizado, o caso entra para o rol dos inconclusivos e impacta nas políticas de controle e prevenção da infestação no município.





















































