Foi lançado no domingo (4) em Florianópolis uma nova etapa do programa da prefeitura chamado Alô Saúde Floripa. A novidade é que além do atendimento presencial pela equipe de profissionais de enfermagem e marcações de consultas, os usuários do sistema passam a contar com atendimento médico por teleconsulta a partir desta segunda-feira (5). Conforme o comando da Secretaria de Saúde de Florianópolis, a ideia é que além das orientações de autocuidado e dos direcionamentos para emergência, boa parte dos atendimentos médicos na cidade passem a ser feitos de maneira virtual, por vídeo.
A nova prática está sendo implementada com objetivo de ampliar a oferta de serviço na cidade, ajudando a manter o atendimento à população, inclusive em situações como a atual, em que os servidores do município estão em greve, sem com isso substituir as consultas presenciais quando necessário. A projeção do comando da pasta é que a prestação de atendimento por meio da tecnologia, possa repercutir em mais conforto e rapidez, evitando deslocamentos e melhorando o acesso nos Centros de Saúde, com diminuição de filas e tempo de espera.
No anuncio de lançamento do novo serviço, o prefeito de Florianópolis Topázio Neto explicou:
– O atendimento no Alô Saúde estará acessível a qualquer cidadão da Capital, 24 horas por dia. Por meio da nova modalidade, o paciente poderá ser consultado pelo médico, receber os documentos referentes as consultas, como atestados e receitas quando indicados -, disse.
Confira como ser atendido:
O acesso ao atendimento segue ocorrendo no já conhecido telefone 0800 333 3233. A consulta é restrita a moradores de Florianópolis, cadastrados no SUS. Caso o paciente não tenha esse cadastro, o mesmo poderá ser feito no mesmo atendimento.
Após passar por uma triagem, o paciente que necessitar de consulta que não possa ser realizada na hora receberá um link, por email ou whatsapp, para acessar, por celular ou computador, na hora marcada de sua consulta.
O serviço de teleconsulta médica em Florianópolis, começa nesta segunda-feira (5). A implantação na capital catarinense segue modelo já utilizado por alguns dos principais planos de saúde no Brasil e sistemas de saúde do Reino Unido e Portugal.






















































