Nesta temporada 2024/2025, a liga iraniana conta com um total de 11 jogadores brasileiros atuando no país asiático, e que possui um futebol que está entre os melhores do continente. O goleiro catarinense Luan Polli, de 31 anos, defende atualmente o Nassagi Mazandaran da cidade de Qaem Schar, onde está desde abril de 2024.
Em entrevista para a Fesporte, o atleta falou sobre a sua adaptação ao futebol do país e a forte tradição deste esporte perante a população local.

“No primeiro momento quando recebi as informações do Irã por tudo que se passava na mídia fiquei meio receoso, porém quando cheguei aqui observei que é tudo muito diferente do que eu tinha em mente. Obviamente é um país que segue a risca a sua cultura mas é um povo muito acolhedor e então me senti muito bem recebido quando cheguei” explica o atleta.
Adaptação
“A minha família está aqui comigo há um ano e sentindo muito bem pois se trata de um país seguro com poucos problemas de segurança pública, o que faz com que a gente viva sobre total sensação de segurança. Podemos sair na rua tranquilamente e com vários fatores positivos, a minha adaptação foi extremamente tranquila”complementa.
Natural do município de Meleirono Sul do estado, Luan surgiu nas categorias de base do Figueirense Futebol Clube. Em 2012, se transferiu para o time sub 20 do Flamengo, onde permaneceu por quatro temporadas, até retornar ao /figueiense, desta vez como profissional. Em 2016, defendeu as cores do Boa Esporte, de Minas Gerais, e teve uma rápida passagem pelo futebol de Malta, na Europa, pelo clube Naxxar Lions.
De volta ao /brasil em 2018, Luan Polli teve o melhor momento de sua carreira no Sport Recife, onde foi titular em 2020. Depois disso, teve passagens pelo Atlético Goianiense, Fortaleza e coritiba, quando então aceitou a proposta do Irã.

Paixão pelo futebol
“Hoje posso dizer que estou muito feliz jogando aqui no futebol do Irã pois é um país que respira futebol e isso a gente sente isso na essência durante a rotina em meu clube. Costumamos viajar com frequência para grandes cidades do país como a capital Teerã e ver presencialmente como se trata de um país muito estruturado, desenvolvido e muito acolhedor, fatores esses que foram fundamentais na minha vida pessoal e na minha carreira” finaliza.






















































