O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e também ex-secretário municipal de São José Silvinei Vasques a continuar os estudos de doutorado dentro da Papudinha.
Silvinei está preso preventivamente desde dezembro do ano passado, após ser capturado no Paraguai ao tentar fugir com documentos falsos.

A defesa do ex-secretário na Grande Florianópolis pediu autorização para que ele mantivesse os estudos, mesmo detido, além de solicitar a transferência para Santa Catarina. Moraes concordou com a continuidade do doutorado, mas manteve a custódia em Brasília.
“Diante do exposto, nos termos do art. 21 do RISTF, defiro os requerimentos formulados pela defesa de Silvinei Vasques, autorizo a continuidade dos estudos no doutorado, no formato EAD, desde que atendidas as normas regulamentares do local onde se encontra custodiado, e mantenho a custódia no 19º Batalhão da Polícia Militar, localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília/DF”, escreveu Moraes.
O ex-diretor da PRF cursa doutorado em Direito Econômico e Empresarial e, com a decisão, continuará os estudos de forma virtual.
Silvinei, que integra o núcleo 2 da trama golpista, teve a prisão preventiva decretada após tentar deixar o país e ser detido em Assunção, no Paraguai. No mesmo dia, em 27 de dezembro do ano passado, o Supremo determinou sua transferência para Brasília.
Atualmente, embora já tenha sido condenado a 24 anos de prisão, ele segue em prisão preventiva, uma vez que a condenação dos envolvidos do núcleo 2 ainda não transitou em julgado.
O ex-diretor da PRF foi transportado pela Polícia Federal (PF) a Brasília após ser preso em tentativa de fuga no Paraguai. Silvinei rompeu a tornozeleira eletrônica e deixou o Brasil de carro, pela fronteira com o País sul-americano.
Silvinei foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão pelo STF por integrar a trama golpista para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder. Conforme a denúncia da PGR, o ex-diretor da PRF teria ordenado a realização de blitze e bloqueios em regiões onde o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve maior desempenho eleitoral no primeiro turno.






















































