O Pix, segundo sistema de pagamentos instantâneos mais usado no mundo em 2022, se tornou rapidamente muito popular entre os brasileiros. No entanto, o Banco Central do Brasil projeta atualizações que devem deixar a ferramenta ainda mais diversa. Um novo relatório de Gestão do Pix divulgado nesta semana aponta uma expectativas de que o instrumento funcione sem internet.
Conforme o BC, a novidade tem potencial de ampliar o acesso e dar mais comodidade ao usuário, estimulando novas dinâmicas de uso e a substituição de meios de pagamento menos eficientes.

Atualmente, não é possível realizar uma transferência do gênero sem que o dispositivo do usuário acesse a rede web. Nesse contexto, outra possibilidade, na visão do BC, é a tecnologia de aproximação, um dispositivo semelhante ao que já ocorre com os cartões de crédito e débito.
Caso isso se concretize, segundo a autarquia, o Pix poderá ser usado para pagamentos de pedágio em rodovias, estacionamentos e transporte público.
Outra novidade ja projetada pelo Banco Central é o parcelamento de compras por meio do Pix. Essa expectativa vem em meio à discussão do fim das divisões no cartão de crédito, como forma de compensar um eventual limite nos juros da opção crédito.
Depósitos internacionais
Outra estimativa é que o Pix poderá ser usado como forma de pagamento para o exterior. Atualmente, apenas contas brasileiras estão integradas ao sistema de pagamentos instantâneos lançado em novembro de 2020.
“O Pix também poderá permitir, no futuro, a integração com sistemas de pagamentos instantâneos internacionais, viabilizando a realização de transações transfronteiriças entre o Brasil e outros países, como remessas, pagamentos entre empresas e pagamentos de compras de bens e de serviços no exterior. O BC vem acompanhando iniciativas ao redor do mundo, e o Pix já foi desenvolvido para facilitar esse tipo de conexão, adotando padrões internacionais de comunicação”, diz o Relatório de Gestão.






















































