A Polícia Rodoviária Federal interceptou 21 motociclistas que praticavam rachas e rolezinhos na BR-101, em Biguaçu, por volta das 3h deste sábado (24), depois de receber diversas denúncias sobre manobras perigosas, porque os grupos colocavam em risco quem trafegava pela rodovia e também os próprios condutores.
Ação motivada por denúncias
Primeiro, moradores e motoristas relataram a presença constante de grupos de motociclistas em alta velocidade. Em seguida, a PRF organizou a operação. Logo depois, os agentes montaram uma barreira em frente à unidade operacional e iniciaram as abordagens. Assim, a fiscalização conseguiu conter o deslocamento dos grupos e identificar os responsáveis.

Infrações mais frequentes
Durante as abordagens, os policiais constataram várias irregularidades. Entre elas estavam a prática de direção perigosa e a participação em evento não autorizado. Além disso, alguns condutores não possuíam habilitação ou estavam com a CNH vencida. Ao mesmo tempo, várias motocicletas apresentavam placas dobradas para dificultar a identificação. Também havia veículos com licenciamento atrasado e escapamento aberto.
Por causa dessas infrações, a PRF lavrou 64 autos. Como consequência, 13 motocicletas foram recolhidas ao pátio para regularização.
Tentativa de fuga termina em colisão
Enquanto a operação ocorria, um dos motociclistas tentou fugir da abordagem ao retornar pela contramão. No entanto, ele perdeu o controle da situação e colidiu com outra motocicleta. Em seguida, os policiais o identificaram. O condutor, de 25 anos, vai responder a um Termo Circunstanciado de Ocorrência pelo crime de desobediência.
Impacto na segurança viária
Segundo a PRF, práticas como rachas e rolezinhos elevam o risco de acidentes graves. Por isso, a corporação intensifica ações desse tipo sempre que recebe denúncias. Dessa forma, a fiscalização busca reduzir comportamentos imprudentes e preservar vidas.
Com a operação em Biguaçu, a PRF reforça que o combate a manobras perigosas segue como prioridade e que a imprudência no trânsito continuará sendo enfrentada com fiscalização e punição.





















































