Em Palhoça, na Grande Florianópolis, milhares de peixes amanheceram mortos num braço do Rio Cubatão, na manhã desta segunda-feira (23). Antes mesmo do nascer do sol, moradores perceberam que havia uma grande quantidade dos animais boiando na superfície.
A situação rapidamente ganhou as redes sociais, onde lideranças das comunidades postaram fotos e vídeos. No entanto, as autoridades até o momento não sabem o que pode ter causado esse desastre ambiental.

De acordo com ambientalistas ouvidos pela reportagem, o problema pode ter sido causado por poluição da água, provocada possivelmente por despejo irregular de lixo e outros resíduos, e ainda contaminação química ou queda nos níveis de oxigênio.
O caso agora deve ser apurado por órgãos do Meio Ambiente. Até o momento, a Prefeitura de Palhoça não se manifestou a respeito. O IMA, do Governo do Estado, deve enviar uma equipe para proceder a coleta de amostras da água para análise técnica e identificação das causas.
Para o ambientalista e pescador André Zanini, que mora em Palhoça, não foi a contaminação da água que provocou a morte dos peixes. “Se fosse assim tinha morrido outras espécies. O que ocorreu foi devido à temperatura da água, sem contar que é peixe de água salgada, devido às chuvas a água doce fica predominante”, explicou.





















































