Em Florianópolis, a Guarda Municipal registrou um marco expressivo nos primeiros meses de 2026: 57 foragidos da Justiça foram presos pelas guarnições. As prisões foram efetuadas em rondas de rotina, com troca de informações entre forças de segurança e com o suporte de tecnologias implantadas para videomonitoramento na capital.

Das 57 prisões efetuadas, 22 foram decorrentes de algum tipo de tecnologia empregada pela GMF, como alertas gerados por câmeras de monitoramento ou reconhecimento após análise de imagens. A tecnologia faz parte do sistema de videomonitoramento – a muralha digital–, implantado pela Prefeitura de Florianópolis.
O sistema funciona como um instrumento de apoio à tomada de decisão dos agentes: câmeras instaladas em pontos estratégicos da cidade alimentam a Central de Monitoramento da GMF, que cruza as imagens com bancos de dados disponibilizados pela Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina (SSP) e gera alertas que auxiliam no acionamento das guarnições.
“A integração entre Município e Estado é fundamental para a gente fortalecer essa muralha digital e fechar o cerco contra os foragidos da Justiça. A GMF atua integrada com a PM e outros órgãos da segurança para ampliar a segurança nas nossas ruas”, destaca a Vice-prefeita e secretária de Segurança e Ordem Pública, Maryanne Mattos.
A Prefeitura de Florianópolis segue ampliando a estrutura de monitoramento da cidade, com câmeras de reconhecimento facial e leitura de placas de veículos, que geram alertas para restrições como carros furtados e outras irregularidades. O objetivo é oferecer às equipes da GMF cada vez mais recursos para atender ocorrências com agilidade, identificar suspeitos e ampliar a sensação de segurança dos moradores e visitantes da capital.

O diferencial, no entanto, está na resposta humana. O sistema considera a localização dos agentes em campo para acionar as equipes mais próximas, garantindo que cada alerta se converta em uma abordagem rápida e eficaz — e, quando necessário, em uma prisão.
“Os números dos primeiros meses de 2026 mostram que o investimento está dando resultado. Cada prisão realizada graças ao sistema representa uma ameaça retirada das ruas e uma família protegida. Vamos continuar expandindo a cobertura e aprimorando a tecnologia para que Florianópolis siga sendo a capital mais segura do Brasil”, finaliza a Vice-prefeita.






















































