Um grupo de motoboys promoveu um protesto na tarde desta quarta-feira (1º) em frente à Casa D’Agronômica, residência oficial do Governador Jorginho Mello, em Florianópolis. Eles reclamam da nova exigência de que profissionais que atuam no ramo das tele-entregas de moto vão precisar fazer um curso. As manifestações ocorreram em diversas outras capitais do Brasil. Em Santa Catarina, os protestos também aconteceram em Blumenau e Itajaí, que reuniu comitivas de Balneário Camboriú, Penha, Itapema e Barra Velha.

O curso obrigatório exige de 25 a 30 horas de estudo, com prova teórica, o que os motoboys consideram aumento de despesas e prejuízo para quem depende das entregas para ganhar seu sustento.
A Secretaria de Comunicação do Governo do Estado não soube confirmar se os manifestantes foram recebidos por algum representante em frente à Casa D’Agronômica. O secretário Thiago Santaella informou à reportagem do Guararema News que o governador Jorginho Mello tem tentado ajudar a evitar que as pessoas fiquem sem poder trabalhar. ‘O governador tem sito taxativo e sempre afirma que o melhor programa social é o emprego”, salientou. Parte do programa CNH Emprego, inclusive, é justamente nesse sentido.
Na pauta da manifestação dos motoboys também está a obrigatoriedade de que o condutor tenha, no mínimo, dois anos de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para exercer a profissão. Muitos jovens entre 18 e 21 anos fazem entregas e manter a regra, segundo a categoria, impediria alguns deles de trabalharem.
De acordo um dos organizadores das manifestações em Santa Catarina, Dienno Fioravante, além de motoboys, também participam dos protestos trabalhadores que fazem entrega utilizando bicicletas. “Vamos pra rua reivindicar o básico pra categoria, estamos sendo explorados cada vez mais”, afirma Dienno.
Em Itajaí, a manifestação ocorreu no estacionamento das Lojas Havan, no bairro Fazenda. Em Blumenau, os protestos ocorreram em frente à sede da prefeitura.






















































