
Antiga reivindicação dos moradores de Palhoça, a construção de um hospital público na cidade ganhou nesta semana mais um desdobramento. A Câmara de Vereadores aprovou, em sessão extraordinária, os projetos que dão início às desapropriações de imóveis em terrenos onde será construída a Instituição. Na sessão, os vereadores salientaram que trata-se de uma data histórica e de um importante passo para o município de Palhoça.
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O primeiro a manifestar sua felicidade foi o vereador Eder Crstiano Rodrigues, o Edinho. Ele pediu a palavra para falar sobre essa importante data. O vereador acredita que com a construção desse hospital público, e também do hospital privado, a saúde do município deve melhorar bastante. Também manifestou-se o vereador Gilberto Adailton de Farias, o Beto, para parabenizar o colega Edinho que foi um dos que lutou para essa realização, ele menciona as dificuldades de saúde que o colega enfrentou e enfrenta mas “nunca baixou a cabeça”.
O vereador Alex Mota pediu a palavra e fez questão de mencionar que quem também sempre lutou pela construção do hospital foi o vereador Nelson Martins Filho, o Nelsinho.
– Um guerreiro, um batalhador -, acrescentou Alex, que lembrou que parte dos recursos veio do plano 1000, por isso agradeceu o governador Carlos Moisés.
Marcos Roberto de Melo, o Marquinho, também mencionou a luta do colega Nelsinho e o discurso emocionante feito pelo colega Edinho sobre sua situação de saúde. Marquinho ressalta o esforço do ex-secretário Roniney, prefeito e ex-prefeito Camilo, além desta Casa Legislativa que não mediu esforços.
– Nossos filhos vão nascer em Palhoça -, acrescentou Marquinho.
No uso da tribuna, o vereador e ex-secretário de saúde Rosiney Horácio mencionou o prazer de viver esse momento. Para ele, Palhoça pode até mesmo se tornar referência em saúde pública. Horácio fez uma retomada histórica desde quando Palhoça sequer tinha unidades de saúde. Hoje a cidade conta com duas unidades de pronto-atendimento que, mesmo com dificuldades, atendem a população.
– Com duas unidades já há dificuldade quando há avanço de situações de saúde, imagine outros municípios -, salientou o vereador. Rosiney lembra também quando Palhoça tinha problemas relacionados a demora para a marcação de exames, que demoravam meses e até anos.
– Hoje as filas estão equalizadas -, garante o ex-secretário que menciona que muitos exames que eram de responsabilidade do Estado foram assumidos pela prefeitura.





















































